São João Del Rei:

O antigo Arraial Novo do Rio das Mortes deu origem à cidade de São João del-Rei. Os primeiros sinais de ocupação do arraial remontam a 1704, quando o paulista Lourenço Costa descobre ouro no ribeirão de São Francisco Xavier, ao norte da encosta da Serra do Lenheiro. Nessa época, Lourenço Costa trabalhava como escrivão no Porto Real da Passagem, local onde Antônio Garcia da Cunha, genro e sucessor de Tomé Portes del-Rei, explorava a travessia do rio das Mortes.

 

Com a descoberta, as terras são distribuídas a várias pessoas que começam a explorar as margens do ribeirão. Pouco tempo depois, o português Manoel José de Barcelos encontra mais ouro na encosta sul da Serra do Lenheiro, num local chamado Tejuco. Aí se fixa o primeiro núcleo de povoamento que daria origem ao Arraial Novo de Nossa Senhora do Pilar, mais tarde Arraial Novo do Rio das Mortes.

 

Tiradentes:

A cidade de Tiradentes originou-se do pequeno arraial da Ponta do Morro, formado em inícios do século XVIII. Desde os últimos anos do século XVII, o paulista Tomé Portes del-Rei explorava o direito de passagem às margens do Rio das Mortes, num ponto conhecido como Porto Real da Passagem. Em 1702 João de Siqueira Ponte chega à região e, em companhia de Tomé Portes, descobre ouro nos córregos da redondeza. O local, denominado Ponta do Morro, logo se transforma em arraial com o afluxo crescente de garimpeiros. Pouco tempo depois, passa a se chamar Arraial da Ponta do Morro de Santo Antônio, em louvor ao santo de devoção dos moradores que aí se reuniram e ergueram uma capela.

 

Graças à abundância do ouro encontrado, o arraial desenvolve-se rapidamente, sendo elevado à categoria de vila em 1718, quando recebe a denominação de São José del-Rei. Nas primeiras décadas do século XVIII, foi construída a maior parte de seu casario e de suas edificações religiosas, como a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, em 1708, e a Matriz de Santo Antônio, em 1710. Ao redor das igrejas e capelas, localizadas

 

Congonhas:

No final do século XVII e início do século XVIII, a descoberta de riquíssimas lavras de ouro e diamantes atraem um grande número de aventureiros para a região das minas, principalmente paulistas e portugueses. Por volta de 1700, portugueses se fixam na Vila Real de Queluz (hoje município de Conselheiro Lafaiete). Dali, alguns deles sairiam em busca de novos veios de metais preciosos. Nas suas andanças, iam fundando arraiais. Assim teria nascido o arraial de Congonhas do Campo. Uma outra versão diz que a cidade foi fundada por um grupo de mineradores que fugiam da crise da fome que atingia de Ouro Preto, causada pelo aumento absurdo da população. Há ainda os que dizem que escravos fugitivos é que chegaram primeiro naquelas bandas.

 

 

 

Ouro Preto:

Ouro Preto nasce com a descoberta do ouro. Antes mesmo de 1700, o espírito de aventura e o ímpeto pela riqueza fácil levam à região centenas de aventureiros, em sua maioria portugueses e paulistas (chamados bandeirantes). Segundo a lenda, ao meter a gamela no Ribeirão Tripuí para matar sua sede, um homem encontra no fundo algumas pedras negras e resolve guardá-las. De volta a Taubaté, em São Paulo, de onde partira sua bandeira, repassa as pedras a outro homem, e estas chegam às mãos do então governador do Rio de Janeiro, Artur de Sá e Menezes. Num gesto despretensioso, o governador leva à boca uma das pedras e, trincando-a com os dentes, identifica o tão cobiçado metal.

 

Mariana:

Mariana é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em 2010 era de 54.179 habitantes. Foi a primeira vila, cidade e capital do estado de Minas Gerais. Foi no século XVII uma das maiores cidades produtora de ouro para a coroa Portuguesa. Vale lembrar que Mariana tornou-se a primeira capital de Minas Gerais por participar de uma disputa onde a Vila que arrecadasse maior quantidade de ouro seria elevada a Cidade sendo a capital da então Capitania de Minas Gerais.

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