Parque Tanguá

Inaugurado em 1996, o Parque Tanguá surpreende pela sua beleza. Envolve uma área de 235 mil m², lugar de um antigo complexo de pedreiras desativadas.

O Parque Tanguá preserva áreas verdes próximas à nascente do Rio Barigüi. Possui dois lagos e um túnel artificial que pode ser visitado de barco ou à pé.

O conjunto do parque inclui, também, um mirante, ciclovia, pista de Cooper e lanchonete.

Ópera de Arame

É um dos principais cartões postais de Curitiba. Inaugurado em 1992, no Parque das Pedreiras, próximo ao Espaço Cultural Paulo Leminski.

 A Ópera de Arame foi construída em estrutura tubular e teto de policarbonato transparente. O projeto é do arquiteto Domingos Bongestabs, professor do departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFPR, o mesmo autor do projeto daUnilivre. Tem capacidade para 2.400 espectadores e um palco de 400m² destinado a apresentações artísticas e culturais.

 O cenário externo da Ópera de Arame é igualmente belo. Era o local onde funcionava uma antiga pedreira. Hoje, pode-se apreciar a mata nativa, um lago com carpas, uma cascata de 10 metros evárias espécies de aves.

Universidade Livre do Meio Ambiente

Iniciada desde a criação da UNILIVRE, as Visitas Monitoradas têm como foco principal a disseminação da educação ambiental por meio de atividades criativas, cativantes e riquíssimas em conteúdos práticos que fortalecem uma postura ética da pessoa em relação ao próximo e ao meio ambiente. 

 

Indicada especialmente para estudantes de ensino fundamental, a visita monitorada é uma experiência única e extremamente significativa para a formação educacional da criança, pois as atividades extra-classe proporcionam um cenário fecundo do ponto de vista psíquico da aprendizagem.

 

Bosque Alemão

Inaugurado em 1996, o Bosque Alemão homenageia a cultura e as tradições que os imigrantes alemães trouxeram para Curitiba. É um memorial a esses imigrantes que chegaram na cidade a partir de 1833 e muito contribuíram para o estilo de vida dos curitibanos.

Ocupa 38 mil m² de área no bairro Jardim Schaffer. A maior parte dessa área é de mata nativa densa e fazia parte da antiga chácara da família Schaffer.

O Bosque é rico em atrações. O Oratório Bach, uma sala para concertos musicais. A Torre dos Filósofos, com um mirante. A trilha João e Maria. A Casa Encantada, com uma biblioteca infantil. A Praça da Cultura Germânica. Além do bosque de mata nativa e nascentes de água doce.

 

VIAGEM DE TREM: CURITIBA / MORRETES

Uma das mais famosas e belas viagens de trem do Brasil em uma ferrovia que é considerada uma obra-prima da engenharia. Você verá muitas pontes, túneis e viadutos que passam pelo meio da Mata Atlântica num dos locais onde ela está mais preservada no país.

Trem
No início de janeiro de 2009, fizemos esta tão falada viagem de trem, e pudemos constatar que ela realmente é única. Com paisagens de encher os olhos, muita mata, montanhas, cachoeiras e mirantes.

O trem passa por vários túneis e pontes, mas a emoção fica maior quando o trem passa pela Ponte São João, com 55 metros de altura onde, ao lado esquerdo, há uma vista sensacional de toda a região de Paranaguá e Morretes. Quando o trem passa pelo Viaduto Carvalho, o passageiro tem a sensação de estar voando, por causa da altura do abismo que fica do lado esquerdo do trem.

 

Porto Dom Pedro II

O Porto de Paranaguá é um grande terminal de cereais, considerado o maior porto exportador de grãos do Brasil. Situado no interior da baía de Paranaguá, sua influência estende-se a uma vasta região do Brasil, e é um porto escoador dos Países do Mercosul, Empresas internacionais, etc.

Foi inaugurado em 1935. Sua existência até os dias de hoje está ligado aos cinco ciclos: ciclo do ouro, da erva-mate, da madeira, do café, e da diversificação, quando seu movimento passou a ser de exportação de milho, soja, farelo, algodão, óleos vegetais, etc. A visitação se faz mediante autorização da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina - APPA.

O Porto D. Pedro II, principal escoador de grãos e carga em geral do sul do Brasil e do Mercosul, absorve grande parte da mão-de-obra disponível, mas é intenção do prefeito diversificar as atividades desenvolvidas no município, sem esquecer os projetos de responsabilidade exclusiva do poder público, como educação, saúde e ação social.

Jardim Botânico

 O Jardim Botânico de Curitiba foi inaugurado em 1991, com uma área de 245 mil m². Seus jardins geométricos e a estufa de três abóbadas tornaram-se um dos principais cartões postais de Curitiba.

A estufa abriga plantas características da floresta atlântica do Brasil. Sua arquitetura, em estrutura metálica e estilo art-noveau, foi inspirada em um palácio de cristal que existiu em Londres, no século 19.

 O Jardim Botânico conta ainda com o Museu Botânico Municipal, trilhas em bosque de araucárias, lago, quadras esportivas e um velódromo. Em volta da estufa está o espaço cultural Frans Krajcberg com exposição permanente de 114 esculturas do artista e ambientalista.

Bosque do Papa

Inaugurado em 1980, logo após a visita do papa João Paulo II (1920-2005), a Curitiba. O Bosque do Papa, como é mais conhecido, envolve uma área de 48 mil m², onde existia uma antiga fábrica de velas. É cortado pelo rio Belém e inclui uma reserva de mata atlântica, com mais de 300 araucárias. Um ambiente agradável acolhe os visitantes do Bosque.

O Memorial da Imigração Polonesa, em Curitiba, está instalado nas clareiras do Bosque. Reconstitui-se o ambiente em que viveram os pioneiros imigrantes poloneses, que chegaram em Curitiba por volta de 1871. É um museu ao ar livre que traduz a luta, as crenças, as tradições e estilo de vida daqueles imigrantes.

Sete casas construídas pelos poloneses, com troncos de pinheiro encaixados, foram transportadas do entorno de Curitiba para o Bosque. Calçadas de pedra, equipamentos e utensílios usados pelos poloneses, como uma carroça e uma pipa de azedar repolho, são expostos para visitação.

Realiza-se anualmente, no Bosque do Papa, eventos culturais de tradição polonesa, como a Swieconka(Benção dos Alimentos), no Sábado de Aleluia e a festa de Nossa Senhora da Czestochowa, em agosto.

A Casa dos Troncos, uma construção de imigrantes poloneses de 1883, doada e relocada para o Bosque, foi transformada na Capela de Nossa Senhora de Czestochowa, em homenagem à padroeira da Polônia.

O Bosque também conta com trilha ecológica, ciclovia, palco, loja de artesanato e uma casa de chá, ao estilo polonês.

Museu Oscar Niemeyer

A história do Museu Oscar Niemeyer teve início em 2002, quando o prédio principal deixou de ser sede de secretarias de Estado para se transformar em museu. O prédio, antes chamado de Edifício Presidente Humberto Castelo Branco, passou por adaptações e ganhou um anexo, popularmente chamado de Olho. Ambos os projetos são de autoria do reconhecido arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. 

As obras necessárias, com custo estimado em US$ 14 milhões, foram realizadas com recursos do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Inicialmente batizado de NovoMuseu, em 22 de novembro de 2002, o complexo foi inaugurado. Dedicado à exposição de Artes Visuais, Arquitetura e Design, atualmente, o Museu possui 17.744,64 mil metros quadrados de área expositiva potencial.

O acervo inicial surgiu com as obras do Museu de Arte do Paraná (MAP) e com o acervo do extinto Banco do Estado do Paraná (Banestado). Em sua coleção figuram importantes artistas paranaenses e nacionais de vários movimentos. 

Composto por aproximadamente 3 mil peças, o acervo guarda obras dos paranaenses Alfredo Andersen, Theodoro De Bona, Miguel Bakun, Guido Viaro e Helena Wong, além de Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Oscar Niemeyer, Ianelli e Caribé, entre outros.

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